No meio disto tudo, o que mais me magoa é não te poder tocar!
Sou como as crianças, sabes? desejo tudo o que não posso ter, tudo o que não posso tocar!
Se ao menos te pudesse tocar...
Não importa. Não posso! E mesmo que pudesse, tocar-te ia perder o significado, tornava-se banal, entendes?
Eu não gosto de coisas banais. O belo torna-se banal com o tempo. A vida torna-se banal. Tudo perde significado. Até tocar-te. Porque quando te tornar a ver, vou tocar-te e não vou sentir o que penso que vou sentir. Vai ser só um toque. De raspão, ou à bruta. Posso-te cravar as unhas, não importa. Perderia o significado. Assim como tu. Vais perder o sigificado assim que te tornar a ver.
Sou como as crianças, sabes? desejo tudo o que não posso ter, tudo o que não posso tocar!
Se ao menos te pudesse tocar...
Não importa. Não posso! E mesmo que pudesse, tocar-te ia perder o significado, tornava-se banal, entendes?
Eu não gosto de coisas banais. O belo torna-se banal com o tempo. A vida torna-se banal. Tudo perde significado. Até tocar-te. Porque quando te tornar a ver, vou tocar-te e não vou sentir o que penso que vou sentir. Vai ser só um toque. De raspão, ou à bruta. Posso-te cravar as unhas, não importa. Perderia o significado. Assim como tu. Vais perder o sigificado assim que te tornar a ver.


1 Comments:
Perder o significado não tem que ser necessariamente mau, até porque como dizia o Lavoisier, "nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". Transforma-se o significado que atribuímos às coisas, o que nos permite uma maior congruência dentro de nós e em termos dos laços que nos unem aos outros e às coisas.
Beijo grande*
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