Morri!
De uma morte lenta, esvaindo-me em vida.
Sangrei!
Todos e cada dia da minha vida desde que me mataste.
Vejo o meu corpo arrefecer no chão.
Vejo a macha de sangue seco em redor da ferida.
Daqui onde estou também te vejo.
Choras.
Ao teu lado um frasco.
Tem lá dentro o meu coração.
Sangrei!
Todos e cada dia da minha vida desde que me mataste.
Vejo o meu corpo arrefecer no chão.
Vejo a macha de sangue seco em redor da ferida.
Daqui onde estou também te vejo.
Choras.
Ao teu lado um frasco.
Tem lá dentro o meu coração.


1 Comments:
Se não escrevermos do que não sabemos, como chegaremos a saber alguma coisa?
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